NOSSA VIDA É UM ETERNO APRENDIZADO!!!!!
Acredito que tudo na vida tem um objetivo, um porque... com o passar do tempo, ou seja, à medida que amadurecemos dificilmente fazemos algo sem refletir, analisar, questionar...Nesses dias estamos tendo a oportunidade de inúmeras reflexões...análises...questionamentos.
Refletir Projeto de Aprendizagem, por exemplo...
Iniciamos com a leitura de quatro textos "Qual é o Problema?", "Construindo Projetos em Ambientes Informatizados", "Características dos Projetos da Aprendizagem" e "Autoria" , os quais considerei muito interessantes e instigantes. Mais interessante ainda foi que, à medida em que se desenrolava a leitura deveríamos destacar de duas a três palavras de cada texto que, para cada um de nós exprimiam o sentido do texto. Essa atividade gerou uma ótima discussão pois cada pessoa (do grupo) teve a oportunidade de defender suas palavras escolhidas e convencer os colegas do próprio grupo de sua importância para o sentido do texto. Com as reflexões do grupo percebi as inúmeras maneiras de se pensar Projeto de Aprendizagem. Partindo das palavras escolhidas por todos os grupos, que foram colocadas em comum deveríamos escolher em torno de oito a dez para posterior produção do Mapa Conceitual. Iniciamos a atividade com muito gás (eu, Helena, Claudinei e Gisele), estávamos sintonizados e as idéias fluíam naturalmente. Mas, de repente "o bicho pegou". Chegou a quinta integrante de nosso grupo que, de forma bastante impositora (essa é a minha opinião, pois vivi a situação) questionou o que tínhamos produzido até então. Foi um "Deus nos acuda", argumentamos, questionamos, procuramos expressar o que o grupo, de forma bastante sintonizada e harmoniosa tinha feito até então. Argumentos vãos. Mexemos, invertemos, alteramos. Senti que minhas idéis ficaram embaralhadas. O grupo desandou. Acho que perdeu um pouco a motivação. Ví nosso Mapa desfazendo-se aos pedaços. Mas tudo bem "bola prá cima". Com a leitura dos textos, com as reflexões e discussões cheguei à conclusão que o Projeto de Aprendizagem deve partir da necessidade do aluno, dos seus interesses, das suas angústias e não da necessidade do professor. Acho que a escola se prende demais na pessoa do professor e deveria ser o contrário. É difícil a escola aceitar que as iniciativas partam dos alunos, pois isso, a meu ver gera uma uma mudança muito grande no gerenciamento da escola. Penso que essa mentalidade só vai mudar quando aprendermos a valorizar nossos alunos, a ouví-los mais, a dar mais atenção às suas reais necessidades. Precisamos deixar de lado o medo de inovar, de apostar no desconhecido. Precisamos aprender a valorizar nossos alunos e ter sempre em mente que com erros tambem há Aprendizagem.
Refletir Projeto de Aprendizagem, por exemplo...
Iniciamos com a leitura de quatro textos "Qual é o Problema?", "Construindo Projetos em Ambientes Informatizados", "Características dos Projetos da Aprendizagem" e "Autoria" , os quais considerei muito interessantes e instigantes. Mais interessante ainda foi que, à medida em que se desenrolava a leitura deveríamos destacar de duas a três palavras de cada texto que, para cada um de nós exprimiam o sentido do texto. Essa atividade gerou uma ótima discussão pois cada pessoa (do grupo) teve a oportunidade de defender suas palavras escolhidas e convencer os colegas do próprio grupo de sua importância para o sentido do texto. Com as reflexões do grupo percebi as inúmeras maneiras de se pensar Projeto de Aprendizagem. Partindo das palavras escolhidas por todos os grupos, que foram colocadas em comum deveríamos escolher em torno de oito a dez para posterior produção do Mapa Conceitual. Iniciamos a atividade com muito gás (eu, Helena, Claudinei e Gisele), estávamos sintonizados e as idéias fluíam naturalmente. Mas, de repente "o bicho pegou". Chegou a quinta integrante de nosso grupo que, de forma bastante impositora (essa é a minha opinião, pois vivi a situação) questionou o que tínhamos produzido até então. Foi um "Deus nos acuda", argumentamos, questionamos, procuramos expressar o que o grupo, de forma bastante sintonizada e harmoniosa tinha feito até então. Argumentos vãos. Mexemos, invertemos, alteramos. Senti que minhas idéis ficaram embaralhadas. O grupo desandou. Acho que perdeu um pouco a motivação. Ví nosso Mapa desfazendo-se aos pedaços. Mas tudo bem "bola prá cima". Com a leitura dos textos, com as reflexões e discussões cheguei à conclusão que o Projeto de Aprendizagem deve partir da necessidade do aluno, dos seus interesses, das suas angústias e não da necessidade do professor. Acho que a escola se prende demais na pessoa do professor e deveria ser o contrário. É difícil a escola aceitar que as iniciativas partam dos alunos, pois isso, a meu ver gera uma uma mudança muito grande no gerenciamento da escola. Penso que essa mentalidade só vai mudar quando aprendermos a valorizar nossos alunos, a ouví-los mais, a dar mais atenção às suas reais necessidades. Precisamos deixar de lado o medo de inovar, de apostar no desconhecido. Precisamos aprender a valorizar nossos alunos e ter sempre em mente que com erros tambem há Aprendizagem.

